Vereador Ailson Sousa participa de encontro com o Deputado Augusto Castro para tratar da segurança pública em Itabuna.


Deputados, representantes da rede de proteção a crianças e adolescentes em situação de risco de Itabuna e vereadores se reuniu nessa sexta-feira, 27/02, para discutir o alto índice de violência seguida de homicídios e buscar uma solução para o problema que aflige as famílias do município e região Sul.

A reunião foi organizada pelo deputado estadual Augusto Castro, líder do bloco partidário PSDB/PRB/PSC e membro das comissões de Direitos Humanos e Segurança Pública e de Saúde e Saneamento.

A agenda de mobilização do grupo começou, as 14 horas, com visita ao Espaço Grapiúna Cidadão, onde crianças e adolescentes em conflito com a lei cumprem medidas socioeducativas; à Casa de Saúde São Judas Tadeu (hospital psiquiátrico que fechou recentemente) e à ala de custódia de menores infratores no complexo policial. Às 16 horas foi realizada uma reunião no Hotel Tarik.

O deputado Augusto Castro também convidou o prefeito Claudevane Leite, o secretário municipal de Ação Social, José Carlos Trindade, Câmara Municipal, Grupo de Ação Comunitária de Itabuna e os clubes de serviço Lions, Rotary e Maçonaria. “Ter uma cidade menos violenta é interesse de toda a sociedade”, explica Augusto Castro.

Foram abordados assuntos referente a necessidade da reabertura da casa de custodia de adolescentes, criação da casa de recuperação para dependentes químicos, além do combate e prevenção às drogas nos jovens e adolescentes, utilizando os pilares de sustentação: ação social, educação, esporte e cultura. Segundo o Índice de Homicídios na Adolescência (IHA), que foi divulgada à imprensa em 28/01/2015, no Rio de Janeiro, e Itabuna lidera em número de homicídios na faixa etária entre 12 e 18 anos nas cidades brasileiras com mais de 200 mil habitantes.


Para o vereador Ailson Sousa esse tipo de discussão é um avanço significativo em Itabuna. “É uma violência sem precedentes. Ouvimos notícias do governo de que vem sendo combatida, mas a verdade é que ao abrir o jornal, ver televisão e ouvir o rádio, nos deparamos com notícias de crimes a toda hora. O pior de tudo é que as pessoas atacadas, muitas vezes mortas, são jovens de baixa renda e negros. Então, temos que ampliar essa discussão para encontrar uma solução, pois não basta só discutir”, afirma Ailson Sousa.



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